Um levantamento inédito do Banco Mundial revela que a população LGBTQIA+ no Brasil enfrenta barreiras estruturais severas no mercado de trabalho, resultando em uma perda anual de 0,8% do PIB. Com uma taxa de desemprego de 15,2% e um alto índice de informalidade, que atinge 46% desse grupo, a exclusão reflete um cenário de discriminação persistente. Muitos profissionais optam por empregos informais ou evitam processos seletivos por receio de assédio e pressão para ocultar sua identidade de gênero.
Além do impacto financeiro de R$ 94,4 bilhões, a hostilidade no ambiente corporativo gera graves consequências à saúde mental, como burnout e ansiedade. A falta de segurança psicológica nas empresas atua como um desincentivo à contratação e permanência desses talentos, evidenciando a necessidade de políticas de inclusão mais efetivas para mitigar o sofrimento psicossocial e promover o desenvolvimento econômico do país.
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