Um estudo recente da McKinsey revela que o sucesso na transição de liderança em empresas familiares está menos atrelado à competência do sucessor e mais à postura do CEO que deixa o cargo. A pesquisa indica que o desempenho corporativo tende a cair nos cinco anos seguintes à sucessão, independentemente de o novo líder ser um membro da família ou um executivo externo. O fator determinante para a preservação do valor da companhia é a capacidade do atual gestor em planejar sua saída com rigor, disciplina e desapego.
Para mitigar riscos, a consultoria sugere que o processo de sucessão seja iniciado com uma antecedência de 8 a 15 anos. A falta de uma transição estruturada gera impactos financeiros severos, sendo responsável pela destruição de aproximadamente US$ 1 trilhão em valor de mercado global anualmente. Portanto, estabelecer limites claros e transferir o poder de forma organizada é essencial para proteger o legado e a sustentabilidade do negócio a longo prazo.
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