Um estudo do IEEFA aponta que inquilinos australianos poderiam economizar cerca de US$ 20 bilhões em contas de energia ao longo da próxima década caso houvesse maior investimento em eficiência energética. O obstáculo central para essa transição é o chamado 'incentivo dividido', fenômeno onde proprietários não se sentem motivados a realizar melhorias, como a instalação de painéis solares ou reforço no isolamento térmico, já que os benefícios financeiros da redução do consumo de luz são colhidos pelos locatários. Como quase um terço da população australiana vive em imóveis alugados, a falta de modernização dessas residências perpetua gastos elevados e menor conforto térmico. Especialistas defendem que políticas públicas ou incentivos são necessários para superar essa barreira estrutural e alinhar os interesses de proprietários e inquilinos em prol da sustentabilidade e da economia doméstica.
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