A administração do presidente Donald Trump anunciou planos para revogar regulamentações estabelecidas durante o governo Biden que impunham limites rigorosos para a presença de substâncias perfluoroalquiladas e polifluoroalquiladas (PFAS) na água potável. A nova estratégia da Agência de Proteção Ambiental (EPA) foca em métodos de destruição química desses compostos, em vez de restringir a produção industrial das substâncias. A decisão também contempla o adiamento de normas para outros dois compostos químicos que estavam sob análise.
Especialistas em saúde pública e defensores ambientais criticaram duramente a medida, classificando-a como prejudicial à segurança da população. Segundo críticos, a abordagem é ineficaz e assemelha-se a estratégias da indústria de combustíveis fósseis, como a captura de carbono. O consenso científico aponta que a limitação da produção de PFAS na origem seria uma solução mais segura e eficiente do que tentar eliminar os poluentes após a contaminação da água.
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