Estudo da Confederação Nacional de Municípios aponta que restrições orçamentárias impedem a inclusão de novas famílias no programa social.
Um levantamento divulgado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) no dia 19 de maio revelou que 3,2 milhões de pessoas estão na fila de espera do Bolsa Família. Segundo o estudo, o represamento de novos beneficiários é causado pela falta de orçamento suficiente para expandir o programa, afetando cerca de 2 milhões de famílias que cumprem os requisitos para o recebimento da transferência de renda. O cenário expõe desafios críticos na gestão das políticas públicas de assistência social no Brasil, evidenciando como as limitações fiscais impactam diretamente a rede de proteção social voltada às populações em situação de vulnerabilidade. A persistência dessa fila de espera levanta preocupações sobre a eficácia do alcance do programa frente à demanda real das famílias brasileiras que dependem do auxílio para a subsistência básica.
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