Comando Central dos EUA nega escolta de navios no Estreito de Ormuz
O Centcom desmentiu relatos de que a Marinha americana estaria escoltando navios comerciais na região estratégica do Estreito de Ormuz.
Pontos principais
- O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) negou oficialmente a retomada de escoltas navais na região.
- A nota esclarece que o Projeto Freedom, iniciativa de proteção marítima, não está em operação.
- O desmentido foi publicado após relatos de que um superpetroleiro grego teria sido guiado por forças dos EUA.
- O Estreito de Ormuz permanece como um ponto estratégico crítico para o fluxo global de petróleo.
O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) emitiu um comunicado oficial, por meio de sua conta no X, para desmentir informações de que a Marinha americana estaria realizando escoltas de navios comerciais no Estreito de Ormuz. A declaração surge como uma resposta direta a reportagens, incluindo uma do The Wall Street Journal, que sugeriam que um superpetroleiro grego teria sido guiado por forças navais dos EUA na região. Segundo o comando, o chamado Projeto Freedom, que previa a proteção de embarcações, não está em operação no momento. A precisão sobre a presença militar americana no Estreito de Ormuz é considerada vital, dado que a área é um dos pontos de estrangulamento mais importantes para o transporte global de petróleo, sendo frequentemente monitorada por autoridades internacionais devido às tensões geopolíticas constantes no Oriente Médio.
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