Após a divulgação dos resultados do primeiro trimestre de 2026, grandes instituições financeiras como Goldman Sachs, Itaú BBA e Bradesco BBI reforçaram sua preferência por construtoras focadas na baixa renda. O setor demonstra maior capacidade de repasse da inflação nos custos de construção, mantendo uma trajetória de resiliência operacional impulsionada pelo programa Minha Casa Minha Vida. Empresas como Tenda, Direcional e Cury seguem com perspectivas positivas, sustentadas por valuations considerados atrativos pelo mercado.
Em contrapartida, o cenário para outras companhias do setor imobiliário é misto. A Cyrela mantém recomendação de compra, vista como beneficiária de uma eventual melhora macroeconômica, apesar de ajustes em seus preços-alvo. Já a MRV teve suas projeções de lucro reduzidas devido a efeitos não recorrentes da Resia, enquanto a EZTEC recebeu recomendação de venda do Goldman Sachs, refletindo preocupações com retornos sobre o patrimônio abaixo das expectativas.
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