A operadora de viagens Tui está sendo alvo de uma investigação rigorosa após a morte de uma bebê britânica de um ano, Ariella Mann, ocorrida em janeiro. A criança faleceu em decorrência de uma falência renal associada à bactéria E. coli, contraída durante uma estadia no hotel cinco estrelas Jaz Makadi Aquaviva, em Hurghada, no Egito. O caso ganhou contornos mais graves após relatos indicarem que outras duas crianças britânicas foram diagnosticadas com a mesma condição no mesmo resort meses antes do incidente fatal. O episódio coloca em xeque os padrões de higiene e os protocolos de monitoramento de saúde exigidos pela Tui em seus hotéis parceiros internacionais. A situação levanta um debate urgente sobre a responsabilidade jurídica e ética das operadoras de turismo na garantia da segurança sanitária de seus clientes em destinos de férias.
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