O mercado de renda fixa no Brasil iniciou a semana com taxas atrativas, refletindo a volatilidade do cenário macroeconômico global. Na plataforma XP, CDBs prefixados alcançaram 14,26% ao ano, enquanto títulos indexados à inflação chegaram a IPCA+ 8,000% para prazos de 12 meses. O movimento é impulsionado majoritariamente por fatores externos, com destaque para a incerteza sobre a trajetória dos juros nos Estados Unidos após falas de Christopher Waller, do Federal Reserve, que sinalizou a possibilidade de manutenção ou elevação das taxas. Além da política monetária americana, o aumento das tensões geopolíticas entre Estados Unidos e Irã tem elevado a aversão ao risco, impactando diretamente a curva de juros futuros no Brasil. Investidores seguem monitorando esses indicadores externos, que continuam a ditar o prêmio de risco exigido pelos títulos de crédito privado no país.
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