Sobrevivente das 'Gerações Roubadas' cobra plano de apoio na Austrália
Lorraine Peeters, sobrevivente de políticas de assimilação forçada, pressiona o governo australiano por assistência aos sobreviventes que envelhecem.
Pontos principais
- Lorraine Peeters foi separada de sua família aos quatro anos de idade.
- A sobrevivente passou seis anos no Cootamundra Aboriginal Girls Home, onde sofreu abusos.
- O governo australiano implementou políticas de assimilação forçada que impactaram gerações.
- Peeters defende a criação de um plano nacional de suporte para os sobreviventes remanescentes.
Aos 88 anos, Lorraine Peeters, uma das sobreviventes das chamadas 'Gerações Roubadas' na Austrália, tornou-se a voz principal na luta por um plano nacional de apoio aos sobreviventes que envelhecem. Retirada de sua família aos quatro anos, Peeters foi enviada ao Cootamundra Aboriginal Girls Home, onde permaneceu por seis anos sofrendo abusos sistemáticos e sendo treinada para o trabalho doméstico. O caso de Peeters ilustra o trauma duradouro causado pelas políticas estatais de assimilação forçada, que separaram crianças indígenas de suas comunidades durante décadas. Atualmente, a sobrevivente busca garantir que o governo australiano reconheça a necessidade de cuidados específicos para os idosos que ainda carregam as cicatrizes dessas políticas, assegurando que o impacto histórico dessas ações não seja esquecido pelas futuras gerações.
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