O presidente Lula gerou forte reação política ao associar a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) a grupos milicianos durante um evento oficial. A declaração, feita em um contexto de disputa sobre o formato das eleições para o governo estadual, foi prontamente rebatida pela presidência da Casa e por parlamentares do PL. Em nota oficial, a Alerj repudiou o teor generalista da fala, exigindo respeito às instituições e apontando falhas nas políticas nacionais de segurança pública. O episódio intensifica o clima de tensão política no estado, que atualmente é administrado pelo governador interino Ricardo Couto. A decisão final sobre o processo eleitoral fluminense permanece sob análise do Supremo Tribunal Federal, que avalia se o sucessor do Executivo será definido por meio de eleições diretas ou indiretas, mantendo o cenário de instabilidade institucional no Rio.
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