Governo federal lança 5º leilão do programa Eco Invest Brasil
O governo federal iniciou o 5º leilão do programa Eco Invest Brasil, visando R$ 50 bilhões em investimentos após sucesso da etapa anterior com o Banco do Brasil.
Pontos principais
- O 5º leilão visa criar seis fundos de inovação voltados a fertilizantes verdes, inteligência artificial, baterias e combustíveis sustentáveis.
- O Banco do Brasil liderou a captação de R$ 1,5 bilhão no 4º leilão, viabilizando R$ 6,4 bilhões em investimentos na Amazônia Legal.
- Com aporte de R$ 2,5 bilhões do Tesouro Nacional, o governo projeta alavancar até R$ 50 bilhões em investimentos privados via 'blend finance'.
- A estrutura do programa exige que cada real público seja acompanhado por pelo menos três reais de capital privado, sendo 60% de origem estrangeira.
- Desde o início do Eco Invest, o programa já mobilizou mais de R$ 140 bilhões para a transição ecológica brasileira.
- O programa oferece empréstimos com taxas de 1% ao ano para bancos fomentarem tecnologias que aumentem a resiliência econômica do país.
O governo federal oficializou o quinto leilão do programa Eco Invest Brasil, estratégia focada em atrair capital privado para projetos de inovação e cadeias estratégicas. A meta é mobilizar R$ 50 bilhões, montante que será direcionado a seis novos fundos voltados para setores como inteligência artificial industrial, baterias e combustíveis sustentáveis de aviação. O modelo utiliza o conceito de 'blend finance', combinando R$ 2,5 bilhões em capital catalítico do Tesouro Nacional com aportes privados, exigindo que cada real público seja acompanhado por pelo menos três reais de capital privado, com meta de 60% de origem estrangeira.
Esta nova etapa dá continuidade aos resultados sólidos alcançados pelo programa, que já mobilizou mais de R$ 140 bilhões para a transição ecológica nacional. Recentemente, o Banco do Brasil destacou-se no quarto leilão ao captar R$ 1,5 bilhão, operação que, com alavancagem de quatro vezes, totalizou R$ 6,4 bilhões destinados a projetos de sociobioeconomia, turismo sustentável e infraestrutura na Amazônia Legal. Segundo o Ministério da Fazenda, a iniciativa é fundamental para superar os 'vales da morte' da inovação, aumentar a resiliência econômica frente a tensões geopolíticas e agregar valor à exportação de minerais críticos.
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