O senador Flávio Bolsonaro manteve em sua equipe parlamentar, entre junho de 2025 e maio de 2026, um ex-vice-presidente da Caixa Econômica Federal que havia sido demitido da instituição financeira devido a denúncias de assédio sexual. A permanência do assessor no gabinete, que durou quase um ano, veio a público após uma investigação sobre seu histórico profissional. A revelação do vínculo levanta questionamentos sobre os critérios de nomeação e a gestão de pessoal no gabinete do parlamentar. Até o momento, a situação tem gerado debates sobre a responsabilidade na escolha de assessores com antecedentes de conduta ética questionável em cargos públicos. O episódio destaca a atenção sobre a composição de equipes em gabinetes de figuras políticas de alto escalão e a transparência na contratação de servidores com histórico de desligamento por justa causa.
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