A República Democrática do Congo enfrenta uma crise sanitária agravada por uma série de ataques a instalações de saúde. Em menos de uma semana, unidades de tratamento de Ebola na província de Ituri foram invadidas por grupos que exigem a liberação de corpos para rituais funerários, resultando na evacuação de pacientes e no desaparecimento de 18 pessoas com suspeita de infecção. A violência tem prejudicado severamente os esforços de contenção, levando a Organização Mundial da Saúde (OMS) a elevar o nível de risco do surto para 'muito alto'. O cenário é ainda mais crítico pela disseminação da variante Bundibugyo, que carece de vacina aprovada. Com o registro de mais de 900 casos suspeitos, as autoridades locais enfrentam desafios logísticos e de segurança para manter o funcionamento das unidades de tratamento e conter a propagação do vírus na região.
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