Um centro de tratamento de Ebola no Congo foi destruído por uma multidão enfurecida após funcionários do hospital se recusarem a entregar o corpo de uma suposta vítima da doença. A tensão escalou quando centenas de pessoas se reuniram nos portões da unidade exigindo a liberação do cadáver, o que foi negado pela equipe médica em conformidade com protocolos rígidos de biossegurança, desenhados para impedir a propagação do vírus durante funerais. O ataque ocorre em um cenário de preocupação sanitária, marcado pelo surto de uma cepa rara do Ebola na região. A destruição das instalações médicas representa um retrocesso significativo para as autoridades de saúde, que agora enfrentam dificuldades adicionais para monitorar contatos e conter a disseminação do vírus em meio à instabilidade social.
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