O cantor e policial Carlos Hogendorp, que foi adotado por uma família holandesa aos quatro anos de idade em Leme, São Paulo, tem utilizado sua história pessoal para promover uma reflexão sobre o sistema de adoção. Após localizar sua família biológica em 2014, Hogendorp passou a se dedicar a projetos voltados ao suporte de crianças em situação de vulnerabilidade, destacando a relevância do apadrinhamento afetivo como ferramenta de transformação social. Sua trajetória, que seguiu as normas da Convenção de Haia, serve hoje como base para seu ativismo em prol de cuidados mais humanizados no processo de acolhimento. Atualmente, o brasileiro expressa o desejo de retornar ao país de origem para apresentar suas raízes à sua filha, Viena, reforçando a importância da conexão com a própria história para o desenvolvimento pessoal de crianças adotadas.
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