O Tesouro britânico rejeitou uma proposta do Departamento de Transportes que visava reduzir o Imposto sobre Valor Agregado (IVA) aplicado ao carregamento público de veículos elétricos. A medida pretendia diminuir a alíquota de 20% para 5%, combatendo o que críticos classificam como 'imposto de calçada', uma vez que motoristas sem acesso a carregadores domésticos pagam taxas mais elevadas. A chanceler Rachel Reeves vetou a iniciativa durante as negociações do orçamento, citando divergências entre os departamentos governamentais. Operadores do setor haviam garantido que o benefício fiscal seria integralmente repassado aos usuários, o que ajudaria a incentivar a adoção de veículos elétricos no Reino Unido. A manutenção da carga tributária atual reflete o desafio do governo em equilibrar metas de sustentabilidade com restrições fiscais, mantendo o custo de recarga pública superior ao praticado em residências.
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