A gestão do prefeito Ricardo Nunes adotou uma postura mais branda na aplicação de multas contra a Sabesp após a privatização da companhia de saneamento. Embora o volume de sanções formais tenha diminuído, a administração municipal continua expressando insatisfações nos bastidores em relação aos serviços prestados pela concessionária na capital paulista. A mudança no ritmo das penalidades marca uma nova fase na relação entre o poder público e a empresa, que agora opera sob um regime privado. Apesar da redução das multas, a tensão persiste, refletindo um cenário de monitoramento contínuo da prefeitura sobre as obrigações contratuais da Sabesp. O caso ilustra o desafio de gestão na transição do modelo estatal para o privado, onde a fiscalização municipal busca equilibrar a cobrança por eficiência com a nova estrutura operacional da companhia.
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