A relação entre a política fiscal e a trajetória dos juros no Brasil voltou ao centro do debate econômico. Segundo análise do colunista Samuel Pessoa, o crescimento dos gastos primários acima do PIB atua como um vetor de pressão sobre as taxas de juros, dificultando o controle da inflação e a estabilidade monetária. O autor utiliza o período compreendido entre 2012 e 2014 como um exemplo histórico de como o desequilíbrio nas contas públicas pode gerar consequências negativas para o cenário macroeconômico nacional. A sustentabilidade fiscal é apresentada como o pilar fundamental para garantir a previsibilidade da política monetária. Para especialistas, o controle rigoroso dos gastos é essencial para evitar distorções que encarecem o crédito e limitam o potencial de crescimento sustentável do país a longo prazo.
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