Setor de aviação executiva cresce impulsionado pelo agronegócio
Demanda por aeronaves executivas no Brasil cresce devido à necessidade de agilidade logística, com o agronegócio liderando o volume de importações.
Pontos principais
- A Timbro registra uma média de duas aeronaves importadas por semana para o mercado brasileiro.
- Modelos turboélice, como King Air e Pilatus, são os mais procurados pelo setor do agronegócio.
- O aeroporto de Vitória consolidou-se como o principal hub de entrada para importação de aeronaves no país.
- Custos operacionais e burocráticos para a importação de aeronaves representam entre 12% e 13% do valor do bem.
O mercado de aviação executiva no Brasil atravessa um período de forte aquecimento, consolidando-se como uma ferramenta estratégica para o agronegócio e o setor corporativo. A necessidade de agilidade operacional e as limitações da malha aérea comercial tradicional têm levado empresas a investir em aeronaves próprias para viabilizar negócios em regiões remotas. Segundo dados da Timbro, a demanda é constante, com uma média de duas importações semanais, sendo os modelos turboélice os preferidos pela versatilidade em pistas de pouso variadas. Embora o setor apresente crescimento, a operação exige planejamento financeiro rigoroso, visto que os custos burocráticos e logísticos de importação podem elevar o valor final do ativo em até 13%. O aeroporto de Vitória tem desempenhado um papel central nesse fluxo, funcionando como a principal porta de entrada para essas aeronaves no território nacional.
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