O mercado de aviação executiva no Brasil atravessa um período de forte aquecimento, consolidando-se como uma ferramenta estratégica para o agronegócio e o setor corporativo. A necessidade de agilidade operacional e as limitações da malha aérea comercial tradicional têm levado empresas a investir em aeronaves próprias para viabilizar negócios em regiões remotas. Segundo dados da Timbro, a demanda é constante, com uma média de duas importações semanais, sendo os modelos turboélice os preferidos pela versatilidade em pistas de pouso variadas. Embora o setor apresente crescimento, a operação exige planejamento financeiro rigoroso, visto que os custos burocráticos e logísticos de importação podem elevar o valor final do ativo em até 13%. O aeroporto de Vitória tem desempenhado um papel central nesse fluxo, funcionando como a principal porta de entrada para essas aeronaves no território nacional.
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