Os Estados Unidos e as Filipinas deram início à maior edição do exercício militar Balikatan, marcando um salto na complexidade e no alcance das manobras conjuntas em 2026. A operação, que agora conta com a participação estratégica do Japão, consolida a rede de alianças liderada por Washington no Indo-Pacífico. O movimento é interpretado por Pequim como uma manobra direta para conter a influência chinesa no Mar do Sul da China, gerando críticas de autoridades e especialistas locais sobre a segurança na região. A crescente sofisticação dos treinamentos, destacada por relatórios de monitoramento estratégico, reflete a prioridade do governo Trump em fortalecer a presença militar americana frente às disputas territoriais. O aumento da atividade militar conjunta eleva a pressão diplomática, com Pequim alertando que a escalada dos exercícios pode resultar em maior instabilidade regional a longo prazo.
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