O governo dos Estados Unidos informou ao Japão que a entrega de mísseis Tomahawk sofrerá um atraso de até dois anos. A medida é uma consequência direta do elevado consumo de munições pelo Pentágono durante a campanha militar contra o Irã, o que forçou as autoridades americanas a priorizarem a reposição de seus próprios estoques em detrimento dos compromissos de exportação. A decisão impacta significativamente a estratégia de defesa de Tóquio, que contava com o armamento para fortalecer sua capacidade de dissuasão regional. A escassez na cadeia de suprimentos de defesa evidencia como o conflito no Oriente Médio tem gerado efeitos colaterais na logística militar global, forçando aliados estratégicos dos EUA a reavaliarem seus cronogramas de modernização militar diante da atual escassez de suprimentos críticos.
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