Em maio de 1991, o cosmonauta Sergei Krikalev iniciou uma missão de rotina na estação espacial Mir, sem prever que se tornaria uma figura central na história política do século XX. Devido ao colapso da União Soviética durante sua estadia, a logística de substituição da tripulação foi interrompida, deixando-o isolado em órbita por 312 dias. Enquanto a nação que o enviou ao espaço se desintegrava, Krikalev comunicava-se com radioamadores na Terra, tornando-se um símbolo cultural da transição geopolítica da época. Ao retornar em março de 1992, o cosmonauta desembarcou em um país completamente transformado, consolidando seu legado como o último cidadão soviético. Hoje, Krikalev aplica sua vasta experiência como diretor executivo de programas espaciais tripulados na Roscosmos, mantendo sua trajetória ligada ao desenvolvimento da exploração espacial russa.
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