Últimos cidadãos australianos deixam campo de detenção na Síria
Grupo composto por sete mulheres e 14 crianças iniciou processo de repatriação após anos detidos em campo ligado ao Estado Islâmico.
Pontos principais
- Sete mulheres e 14 crianças foram vistas deixando o campo de al-Roj com destino a Damasco.
- A operação encerra a presença de cidadãos australianos no local de detenção na Síria.
- O governo australiano deve submeter os retornados a protocolos de segurança e medidas legais.
- A repatriação faz parte de esforços contínuos do país para retirar cidadãos de zonas de conflito.
As últimas mulheres e crianças australianas mantidas no campo de detenção de al-Roj, na Síria, iniciaram o processo de retorno ao seu país de origem. O grupo, formado por sete mulheres e 14 crianças com ligações ao Estado Islâmico, foi visto deixando a instalação em direção a Damasco, conforme reportado pela emissora ABC. Embora o governo australiano ainda não tenha confirmado oficialmente a operação, a movimentação marca o fim da permanência de cidadãos do país no local. A ministra Tanya Plibersek indicou que, ao chegarem à Austrália, os indivíduos serão submetidos às mesmas medidas de segurança e procedimentos legais aplicados aos grupos repatriados anteriormente. A ação reflete a política contínua de Canberra em retirar seus cidadãos de zonas de conflito no Oriente Médio, equilibrando preocupações humanitárias com a segurança nacional e o monitoramento de possíveis ameaças.
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