A indústria siderúrgica brasileira registrou uma queda de 2,9% na produção de aço bruto nos primeiros quatro meses de 2026, totalizando 10,7 milhões de toneladas. O desempenho reflete a fragilidade da demanda interna, que apresentou recuo de 1,4% no consumo aparente, pressionando as margens de grandes empresas como Gerdau, Usiminas e CSN. Em contrapartida, o setor buscou compensar a ociosidade interna com o mercado externo, elevando as exportações em 23,3% no mesmo período. Apesar dos desafios operacionais e do descompasso entre a capacidade instalada e o consumo, o otimismo dos executivos do setor apresentou sinais de recuperação. O Indicador de Confiança da Indústria do Aço (ICIA) subiu para 59,9 pontos em maio, sugerindo uma expectativa de melhora no cenário produtivo para os próximos meses, mesmo diante da atual pressão sobre a rentabilidade das companhias.
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