O Reino Unido registrou um crescimento expressivo na adoção de sistemas de ar-condicionado, com o número de residências equipadas dobrando para 4 milhões nos últimos três anos. A mudança de comportamento, impulsionada pela consolidação do trabalho remoto e por verões sucessivamente mais quentes, alterou o perfil de consumo energético nas casas britânicas. Enquanto as unidades portáteis de 1kW dominam as vendas, a instalação de sistemas fixos, que podem demandar até 2,7kW, levanta alertas sobre a capacidade da rede elétrica local. Especialistas apontam que a tendência coloca pressão adicional sobre a infraestrutura, visto que o consumo de um único aparelho fixo pode superar o de um forno elétrico convencional, exigindo atenção quanto à eficiência energética e à estabilidade do fornecimento de energia no país.
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