A XP Investimentos divulgou uma análise sobre o impacto da transição energética e das tensões geopolíticas no Oriente Médio para o mercado de ações brasileiro. Segundo a corretora, o país apresenta uma posição resiliente ao combinar uma matriz elétrica majoritariamente renovável com a relevância como exportador de petróleo. Enquanto a volatilidade no preço do barril, influenciada por conflitos envolvendo o Irã, gera incertezas, a tendência observada é de uma acomodação gradual dos valores no mercado internacional. A estratégia sugerida pela XP busca equilibrar o portfólio entre empresas consolidadas de combustíveis fósseis, como Petrobras e PRIO, e companhias focadas em energia limpa e biocombustíveis, como Auren, Engie, WEG e 3Tentos. A corretora reforça que o encarecimento dos combustíveis tradicionais atua como um catalisador para a competitividade de fontes renováveis e projetos de biometano no Brasil.
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