O setor aéreo brasileiro registrou um aumento significativo no custo das passagens em abril de 2026, com a tarifa média atingindo R$ 669,41. O principal fator para essa alta de 9% foi a valorização de 40,7% no preço do querosene de aviação (QAV) em relação a abril de 2025, o que pressionou os custos operacionais das companhias. Para mitigar o impacto financeiro nas empresas, o governo federal implementou medidas de suporte, incluindo a desoneração de PIS/Cofins sobre o combustível e a criação de uma linha de crédito emergencial de até R$ 1 bilhão aprovada pelo Conselho Monetário Nacional. Adicionalmente, o setor obteve permissão para adiar o pagamento de tarifas de navegação aérea ao Decea até o final de 2026, buscando garantir a sustentabilidade das operações diante do cenário de custos elevados.
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