Relatório oficial da OCDE divulgado nesta quinta-feira confirmou que os países desenvolvidos superaram a meta anual de 100 bilhões de dólares em financiamento climático para nações em desenvolvimento em 2023 e 2024, marcando três anos consecutivos acima do patamar estabelecido. Em 2024, o montante atingiu 136,7 bilhões de dólares, impulsionado principalmente pelo setor privado, enquanto o financiamento público direto apresentou uma retração de 2,6%. Especialistas alertam que a predominância de empréstimos tem elevado o endividamento de nações vulneráveis, levantando questões sobre a sustentabilidade do modelo. Embora a COP29 tenha fixado uma nova meta de 300 bilhões de dólares anuais até 2035, o cenário é marcado por incertezas políticas, incluindo o impacto da gestão de Donald Trump nos EUA e limitações fiscais na União Europeia, que colocam em xeque a manutenção desses fluxos financeiros globais.
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