O regulador de internet da Malásia, a MCMC, exigiu explicações formais do TikTok após a plataforma falhar em remover uma conta que utilizava inteligência artificial para difamar o monarca do país. Segundo as autoridades, o perfil em questão empregou tecnologias de IA para manipular imagens e propagar alegações falsas, violando as leis locais que protegem a figura do rei. O governo malaio criticou a inação da rede social, classificando a resposta da empresa como insuficiente diante da gravidade do conteúdo ofensivo.
O caso sublinha os desafios crescentes enfrentados por governos ao lidar com a desinformação gerada por IA e o uso de deepfakes contra figuras públicas. A pressão sobre o TikTok reflete uma postura mais rígida do país em relação à governança de plataformas digitais, exigindo maior responsabilidade das empresas de tecnologia na moderação de conteúdos que ameacem a estabilidade institucional ou a ordem pública.
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