A justiça espanhola determinou que a morte do fundador da rede de varejo Mango foi um ato premeditado, apontando o filho da vítima como o principal suspeito. Segundo a juíza responsável pelo caso, o crime foi motivado por uma obsessão financeira do acusado, que buscava acesso aos recursos do pai. A relação entre ambos já apresentava sinais de desgaste devido a intensos conflitos relacionados a questões patrimoniais antes do incidente fatal, que ocorreu durante uma queda de uma montanha. O caso tem gerado grande repercussão pela natureza do crime e pelo envolvimento direto de um herdeiro na morte do fundador de uma das maiores empresas de moda do mundo. As autoridades seguem com as investigações para consolidar as evidências que sustentam a tese de premeditação apresentada pelo tribunal.
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