A Exxon Mobil está em negociações avançadas para retomar suas atividades de exploração de petróleo na Venezuela, quase duas décadas após ter sido expulsa do país. O possível retorno, que envolve a análise de até seis campos, reflete uma mudança estratégica significativa impulsionada pela queda de Nicolás Maduro e pela abertura econômica promovida pelo atual governo. A iniciativa é vista como um marco para a administração de Donald Trump, sinalizando uma possível mudança na política externa dos EUA em relação ao país sul-americano e um triunfo diplomático para o governo atual.
Além dos desafios operacionais, a empresa busca resolver uma pendência judicial de US$ 1 bilhão em indenizações por nacionalizações realizadas durante a gestão de Hugo Chávez. O interesse da petroleira também é motivado pela alta dos preços globais do petróleo e pela necessidade de competir com a expansão da Chevron na região, consolidando o setor como peça-chave na integração econômica promovida pelos Estados Unidos.
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