O partido Democracia Cristã (DC) formalizou a expulsão do ex-ministro Aldo Rebelo de seus quadros após a conclusão de um processo disciplinar por insubordinação. A medida foi motivada por uma série de críticas públicas feitas por Rebelo à direção nacional da legenda, desencadeadas pela decisão da cúpula partidária de retirar sua pré-candidatura à Presidência para lançar o nome do ex-ministro Joaquim Barbosa. Enquanto a sigla justifica a substituição pela necessidade de buscar a união nacional e pelo baixo desempenho de Rebelo nas pesquisas de intenção de voto — onde apareceu com 0,2% no levantamento Atlas/Bloomberg —, o ex-ministro contesta a legitimidade da troca.
Rebelo classificou a candidatura de Barbosa como "clandestina" e sem respaldo interno adequado, reafirmando que pretende manter sua pré-candidatura à Presidência. O conflito expõe a instabilidade nas articulações da legenda e a divergência sobre a estratégia eleitoral adotada pelo presidente do partido, João Caldas. Diante do impasse, o ex-ministro afirmou que não descarta recorrer à Justiça para garantir sua permanência na disputa, enquanto a DC prepara a comunicação oficial da desfiliação à Justiça Eleitoral para consolidar a mudança de rumo em sua corrida presidencial.
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