Líderes democratas tentam isolar candidata Maureen Galindo
Partido Democrata busca conter a candidatura de Maureen Galindo após declarações antissemitas e propostas extremistas da política.
Pontos principais
- Maureen Galindo sugeriu converter centros de detenção de imigrantes em prisões para sionistas americanos.
- Líderes do partido, incluindo Hakeem Jeffries, condenaram a retórica e pediram o fim do financiamento republicano à sua campanha.
- Deputados democratas ameaçam expulsar Galindo caso ela seja eleita para o Congresso.
- Um PAC ligado a interesses republicanos investiu 600 mil dólares para impulsionar a candidatura de Galindo no Texas.
- Alexandria Ocasio-Cortez declarou apoio oficial a Johnny Garcia, oponente de Galindo nas primárias.
A cúpula do Partido Democrata nos Estados Unidos iniciou uma ofensiva para isolar a candidata ao Congresso Maureen Galindo, após a repercussão negativa de declarações antissemitas e propostas extremistas. A controvérsia ganhou força após Galindo sugerir a transformação de centros de detenção de imigrantes em prisões destinadas a sionistas americanos. Em resposta, o líder democrata Hakeem Jeffries condenou publicamente a retórica, enquanto membros do partido ameaçam buscar a expulsão da candidata caso ela vença a eleição. A situação é agravada por alegações de interferência externa, com um PAC supostamente ligado a interesses republicanos investindo 600 mil dólares na campanha da candidata no Texas. Diante do cenário, figuras influentes como a deputada Alexandria Ocasio-Cortez manifestaram apoio a Johnny Garcia, oponente de Galindo nas primárias, em uma tentativa de conter o avanço da candidatura dentro da legenda.
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