O governo de Emmanuel Macron enfrenta um momento decisivo nesta quarta-feira com a sabatina parlamentar de Moulin, indicado para presidir o Banco da França. A nomeação de um aliado próximo do presidente para um cargo de tamanha relevância na política monetária gerou resistência entre legisladores, que possuem poder de veto sobre a escolha. O resultado da votação é amplamente considerado um teste para a autoridade de Macron, em um cenário marcado por crescentes tensões sobre a influência política nas instituições financeiras do país. Caso o parlamento rejeite a indicação, o governo poderá sofrer um revés significativo em sua estratégia de controle sobre órgãos estratégicos, evidenciando a fragilidade da base governista frente à oposição parlamentar.
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