A homologação da recuperação judicial da SAF do Botafogo marca uma mudança estratégica na gestão financeira do clube, que busca equacionar um passivo de R$ 1,28 bilhão. Ao recorrer a esse instrumento jurídico, a diretoria pretende obter proteção contra penhoras e, fundamentalmente, utilizar a decisão como base legal para solicitar a suspensão de três transfer bans impostos pela FIFA. A medida é vista como essencial para garantir a continuidade das operações esportivas e permitir a contratação de novos atletas. O clube agora enfrenta o desafio de elaborar um plano de pagamento viável aos credores dentro do prazo de 60 dias. A atual gestão aponta falhas na condução financeira anterior, sob a tutela da Eagle Football e John Textor, como um dos fatores que motivaram a necessidade da reestruturação judicial para assegurar a sustentabilidade do Botafogo no longo prazo.
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