Justiça homologa recuperação judicial da SAF do Botafogo
A Justiça do Rio de Janeiro homologou a recuperação judicial da SAF do Botafogo para reestruturar uma dívida de R$ 2,5 bilhões.
Pontos principais
- O processo de recuperação judicial abrange um passivo de R$ 2,5 bilhões, com R$ 1,28 bilhão incluído formalmente no plano.
- A decisão suspende temporariamente penhoras e bloqueios, permitindo a tentativa de reverter 'transfer bans' da Fifa.
- Eduardo Iglesias foi nomeado como o novo gestor judicial da SAF durante o processo.
- O clube tem um prazo de 60 dias para apresentar o plano detalhado de pagamento aos credores.
- Os direitos políticos da Eagle Football Holdings, de John Textor, permanecem suspensos sob alegações de má gestão.
A Justiça do Rio de Janeiro homologou o pedido de recuperação judicial da SAF do Botafogo, medida que visa reorganizar um passivo total de R$ 2,5 bilhões. Com a oficialização, o clube ganha fôlego financeiro ao suspender temporariamente penhoras e bloqueios judiciais, o que abre caminho para negociar a reversão de 'transfer bans' impostos pela Fifa. Eduardo Iglesias foi confirmado como o gestor judicial responsável por acompanhar a reestruturação. A SAF agora possui um prazo de 60 dias para apresentar um plano detalhado de pagamento aos credores. Paralelamente, o processo mantém os direitos políticos da Eagle Football Holdings, de John Textor, suspensos, em meio a acusações de má administração e desvio de recursos para outros ativos do grupo, como o Lyon, intensificando a crise interna durante a reestruturação.
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