O estrategista Jeff Currie aponta que as grandes empresas de petróleo representam uma oportunidade de investimento superior às gigantes de tecnologia no contexto da inteligência artificial. A tese baseia-se no desequilíbrio estrutural entre a oferta e a demanda global por energia, agravado por tensões geopolíticas e pela necessidade de infraestrutura para sustentar o avanço da IA. Segundo o especialista, o subinvestimento crônico em capacidade produtiva e refino sinaliza o início de um superciclo de commodities que pode durar uma década ou mais. Esse cenário torna ativos tangíveis mais resilientes, com o fluxo de caixa das petroleiras superando o das empresas de tecnologia. A escassez de oferta de energia e materiais básicos deve manter os preços pressionados a longo prazo, forçando uma possível rotação de capital dos investidores diante das incertezas macroeconômicas.
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