A Kinea Investimentos reconfigurou sua estratégia de alocação de ativos ao concluir que o endividamento das famílias brasileiras não é um fenômeno transitório, mas um regime estrutural. Segundo a gestora, o padrão de vida alcançado no passado tornou-se insustentável, resultando em inadimplência persistente mesmo em um cenário de desemprego baixo. Para mitigar riscos, a Kinea reduziu posições em setores de consumo discricionário, que são mais sensíveis a ciclos econômicos, e migrou o capital para áreas consideradas defensivas, como infraestrutura, saneamento e transmissão de energia. A mudança reflete a preocupação da gestora com a estagnação da produtividade brasileira, que limita a capacidade de desalavancagem das famílias e impõe um novo patamar de cautela para os investimentos no mercado de capitais.
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