O governo da Tasmânia formalizou um pedido de desculpas público após uma investigação confirmar que um museu da região manteve, de forma secreta e sem autorização, 177 espécimes humanos retirados de dezenas de corpos. A revelação expôs uma grave falha ética na gestão de coleções biológicas, provocando indignação entre a população e as famílias afetadas. Em resposta, as autoridades locais comprometeram-se a identificar a origem de cada item para assegurar que os restos mortais recebam um tratamento digno e, quando possível, sejam devolvidos ou sepultados adequadamente. O episódio coloca em xeque os protocolos de governança de instituições museológicas e levanta um debate urgente sobre a transparência e o respeito aos direitos humanos no manuseio de acervos científicos e históricos.
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