Um relatório de auditoria recente revelou falhas sistêmicas no cumprimento da Lei de Liberdade de Informação na Austrália. O documento aponta que departamentos estratégicos, incluindo o gabinete do primeiro-ministro Anthony Albanese, o Tesouro e o Ministério da Infraestrutura, têm negado a grande maioria das solicitações de acesso a dados públicos. Além das recusas frequentes, a auditoria constatou que mais de 60% dos pedidos que não foram negados ultrapassaram o prazo legal de 30 dias para processamento. Críticos do governo afirmam que esses números demonstram uma cultura de resistência que ignora os objetivos fundamentais de transparência e prestação de contas. A falha recorrente em fornecer informações públicas levanta preocupações sobre a integridade democrática e a eficácia dos mecanismos de controle sobre a administração federal australiana.
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