Ex-CEO afirma que disponibilidade imediata de candidatos é sinal de alerta
Gary Shapiro defende que profissionais que ignoram o aviso prévio demonstram falta de lealdade, impactando a avaliação em processos seletivos.
Pontos principais
- Gary Shapiro, ex-CEO da Consumer Technology Association, rejeita candidatos dispostos a começar um emprego imediatamente.
- A recusa em cumprir o aviso prévio é interpretada pelo executivo como um indicativo de falta de ética e lealdade profissional.
- O critério de avaliação é aplicado a todos os níveis de senioridade durante as entrevistas.
- O uso crescente de IA em processos seletivos tem levado empresas a substituir perguntas tradicionais por conversas mais naturais.
O ex-CEO da Consumer Technology Association, Gary Shapiro, revelou que descarta candidatos que se prontificam a iniciar um novo emprego imediatamente. Segundo o executivo, a disposição para abandonar o empregador atual sem cumprir o aviso prévio é vista como um sinal de alerta sobre o caráter e a lealdade do profissional, sugerindo que o mesmo comportamento poderia ser repetido no futuro. Para Shapiro, o cumprimento integral do período de transição é um teste fundamental de ética profissional, independentemente do nível hierárquico da vaga.
Além da postura sobre lealdade, o mercado de trabalho enfrenta transformações causadas pela inteligência artificial. Com o uso de ferramentas de IA por candidatos para responder a questionários, as empresas estão reformulando seus processos seletivos. A tendência atual é abandonar perguntas padronizadas em favor de conversas mais naturais, visando mitigar fraudes e avaliar melhor as competências reais dos postulantes.
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