Bancos mantêm otimismo com Embraer (EMBR3) para 2026, projetando forte crescimento
Grandes bancos como JPMorgan e Itaú BBA reiteram recomendações de compra para a Embraer, prevendo crescimento robusto de lucros e entregas até 2026, impulsionado por todos os segmentos da companhia.
Pontos principais
- JPMorgan reitera recomendação 'overweight' para EMBR3, com preço-alvo de R$ 108, após valorização de 75% em 2025.
- Estimativas operacionais para 2026 superam projeções anteriores, com EBITDA ajustado de US$ 1,1 bilhão esperado.
- Investidores preveem entregas de 86 a 90 jatos comerciais e 166 a 170 jatos executivos em 2026.
- Itaú BBA também mantém recomendação de compra, com preço-alvo de US$ 75 para o ADR, projetando crescimento de 15% a 20% no EBIT em 2026.
- Potenciais parcerias e negociações, como com o grupo indiano Adani e o cargueiro C-390, são vistos como catalisadores de curto prazo.
Bancos de investimento como JPMorgan e Itaú BBA continuam otimistas com as ações da Embraer (EMBR3), reiterando suas recomendações de compra e elevando as projeções para 2026. O JPMorgan, que mantém a classificação 'overweight' e um preço-alvo de R$ 108, destaca que as estimativas operacionais para 2026 superam as projeções anteriores, com expectativa de um EBITDA ajustado de US$ 1,1 bilhão. Investidores preveem um aumento significativo nas entregas de jatos comerciais e executivos, além de receitas robustas na divisão de defesa.
O Itaú BBA corrobora essa visão positiva, com um preço-alvo de US$ 75 para o ADR da Embraer, prevendo um crescimento de 15% a 20% no EBIT da companhia em 2026. Esse otimismo é impulsionado pelo forte momento de lucros da empresa, um ciclo favorável da indústria e potenciais novos negócios, como a parceria com o grupo indiano Adani e o avanço nas negociações do cargueiro C-390 com a Índia, que podem atuar como catalisadores de curto prazo.
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