O presidente Donald Trump afirmou, em entrevista à Fox News, que os Estados Unidos não buscam a independência de Taiwan, declaração feita logo após uma cúpula com o líder chinês Xi Jinping em Pequim. O posicionamento, que inclui o conselho para que a ilha evite movimentos separatistas, reflete a cautela da Casa Branca em relação ao status da região, que é considerada uma 'linha vermelha' inegociável pela China. Em resposta, o presidente taiwanês, Lai Ching-te, reiterou que a ilha não provocará conflitos, mas enfatizou que não cederá em questões de soberania, buscando equilibrar a defesa de sua autonomia com a estabilidade regional.
A viagem de Trump à China provocou reações mistas no Congresso americano, evidenciando uma mudança no consenso político de Washington. Legisladores de ambos os partidos alertaram contra qualquer enfraquecimento do apoio a Taiwan, com democratas criticando uma postura considerada excessivamente conciliadora e republicanos enfatizando que o engajamento econômico não deve comprometer a competição estratégica entre as nações. O episódio destaca a crescente pressão interna sobre a administração Trump para manter uma linha firme frente a Pequim, enquanto o governo taiwanês observa com cautela os desdobramentos dessa diretriz, que coloca em evidência a complexidade das alianças estratégicas dos EUA no Indo-Pacífico.
BBC World • 18 mai, 19:29
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