O sistema de transporte no Quênia enfrenta uma paralisação generalizada devido a protestos contra os elevados preços dos combustíveis. A mobilização, que possui caráter nacional, impacta severamente a mobilidade urbana e intermunicipal, deixando rodovias desertas e forçando o fechamento preventivo de escolas. Na capital, Nairóbi, o descontentamento popular escalou com manifestantes bloqueando vias importantes por meio da queima de pneus, o que impediu a circulação de veículos e deixou diversos trabalhadores retidos em áreas periféricas.
Diante da instabilidade e dos riscos à segurança, a Associação de Escolas Privadas do Quênia recomendou a suspensão das atividades presenciais. Como resposta, muitas instituições de ensino optaram por migrar temporariamente para o formato de ensino remoto. O movimento reflete a crescente insatisfação da população com o custo de vida, mantendo o país em um estado de paralisação enquanto não há uma resolução para as demandas apresentadas ao governo.
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