O governo da Argentina está em fase final de liquidação de sua dívida com o Banco Central da China, encerrando um importante swap cambial que sustentou a estabilidade financeira do país durante anos de instabilidade econômica. Segundo registros oficiais, cerca de 90% do montante já foi quitado, com a previsão de encerramento total dos pagamentos até meados de 2026. A medida marca uma mudança significativa na política externa de Javier Milei, refletindo um alinhamento estratégico com os Estados Unidos. A decisão teria sido motivada por um ultimato do presidente Donald Trump, que condicionou o fortalecimento das relações financeiras entre Washington e Buenos Aires à redução dos laços econômicos com Pequim. Com esse movimento, a Argentina busca consolidar sua parceria com a administração Trump, afastando-se da dependência financeira chinesa que caracterizou gestões anteriores.
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