A Ucrânia intensificou sua estratégia militar ao realizar, no último domingo, uma das maiores ofensivas com drones contra o território russo em 2026. O ataque, que mobilizou cerca de 600 drones, focou na região de Moscou e resultou em quatro mortes e doze feridos. Embora os sistemas de defesa aérea russos tenham interceptado 81 drones que tinham a capital como alvo, fragmentos atingiram a Refinaria de Petróleo de Moscou e áreas próximas ao aeroporto Sheremetyevo, forçando restrições logísticas e o desvio de 51 aeronaves. O presidente Volodimir Zelenski celebrou o alcance das armas ucranianas, destacando a capacidade de atingir alvos profundos em território inimigo.
Em resposta imediata, a Rússia lançou uma contraofensiva com 287 drones contra a Ucrânia. Segundo autoridades locais, as forças ucranianas conseguiram neutralizar 279 desses dispositivos, mas os impactos dos drones restantes deixaram 16 pessoas feridas. O episódio marca uma escalada significativa no conflito, com Kyiv buscando levar os efeitos diretos da guerra para o solo russo. Diante do aumento das tensões, o governo ucraniano planeja intensificar contatos diplomáticos com os Estados Unidos e nações europeias na próxima semana para discutir os desdobramentos da nova fase da ofensiva.
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