O período pré-eleitoral de 2026 tem sido marcado por uma intensa judicialização entre as campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrou um salto expressivo no volume de representações, que subiu de 14 para 59 casos nos primeiros quatro meses do ano. A maior parte das disputas envolve acusações de propaganda antecipada, proibida pela legislação até o dia 16 de agosto, além de embates sobre o uso de inteligência artificial e a disseminação de conteúdos digitais como deepfakes. A ministra Estela Aranha é a responsável por conduzir a análise dessas demandas, que incluem trocas de acusações sobre uso indevido de imagem e associações a atividades ilícitas. A alta litigiosidade reflete a complexidade do ambiente digital e o desafio da Justiça em regular o uso de novas tecnologias no pleito presidencial.
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