Ativistas pressionam Canadá por financiamento à saúde reprodutiva
Setor humanitário pede que Canadá mantenha apoio à saúde global frente às novas restrições de financiamento ao aborto impostas pelo governo Trump.
Pontos principais
- Ativistas solicitam que Mark Carney reforce o compromisso canadense com a saúde reprodutiva global.
- A nova política dos EUA, conhecida como 'lei da mordaça', restringe o financiamento para serviços de aborto em países em desenvolvimento.
- O Canadá mantém um compromisso de 10 anos voltado para a saúde com foco em gênero, com vigência até 2030.
- Organizações buscam garantias de que o suporte canadense permanecerá independente das diretrizes de política externa americana.
Organizações humanitárias intensificaram a pressão sobre o governo canadense para que o país reafirme seu compromisso com o financiamento de serviços de saúde reprodutiva global. A mobilização ocorre em resposta direta à recente implementação da chamada 'lei da mordaça' pela administração do presidente Donald Trump, que impõe restrições severas ao apoio financeiro para serviços de aborto em países em desenvolvimento. Ativistas defendem que Mark Carney tome medidas concretas para assegurar que o Canadá mantenha sua autonomia e suporte a essas políticas de saúde, independentemente das mudanças na agenda externa dos Estados Unidos. O Canadá possui atualmente um programa de financiamento de 10 anos, focado em questões de gênero e saúde, que tem validade garantida até 2030. O setor busca agora assegurar que esse cronograma não seja afetado pelas novas diretrizes americanas.
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