Enviado de Trump critica novas taxas do Canadá para streaming
O embaixador Pete Hoekstra contesta a exigência canadense de que plataformas de streaming destinem 15% da receita local para a produção nacional.
Pontos principais
- O embaixador dos EUA no Canadá, Pete Hoekstra, classificou a exigência de 15% de investimento em conteúdo local como uma barreira comercial.
- A medida canadense visa financiar a produção de televisão local, mas é vista por Washington como uma prática protecionista.
- A crítica de Hoekstra alinha-se a pressões de grupos de lobby de Hollywood e empresas de tecnologia americanas.
- O impasse reflete tensões sobre soberania cultural e regras de comércio internacional no setor digital sob a gestão Trump.
O embaixador dos Estados Unidos no Canadá, Pete Hoekstra, intensificou as críticas à política regulatória canadense que exige que plataformas de streaming destinem 15% de sua receita obtida no país para o financiamento de programação local. O governo americano classifica a medida como uma barreira comercial injusta que prejudica empresas dos EUA e fere os princípios do livre comércio. A exigência canadense, defendida por Ottawa como uma estratégia essencial para fomentar a cultura e a produção televisiva nacional, tem enfrentado forte oposição de gigantes do setor de tecnologia e grupos de lobby de Hollywood. Este conflito representa um ponto de atrito crescente nas relações bilaterais, evidenciando a postura rígida da administração do presidente Donald Trump na defesa dos interesses de companhias americanas contra políticas que considera protecionistas no mercado digital global.
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